14 de agosto de 2017

O pecado da murmuração


Lembro-me de uma vez em que estava dando os últimos ajustes em um trabalho importante, que deveria ser entregue no dia seguinte e, quando já estava perto de acabar, meu computador simplesmente apagou e eu não conseguia mais ligá-lo. Apertava o botão insistentemente, sem acreditar que aquilo estava acontecendo. Quanto mais eu tentava e ele não ligava, mais chateada eu ia ficando. Isso foi motivo suficiente para que eu reclamasse da vida, do mundo e de toda a engrenagem do universo, afinal, porque aquilo foi acontecer justamente naquele momento? Porque não apagou depois que eu tivesse terminado e salvo o trabalho no e-mail? Questionamentos como esses eram como combustível para minha revolta e amargura contra aquela circunstância.

11 de agosto de 2017

Sem medo de ser sincera


A palavra “sincera” provém de duas palavras do latim: Sin (de sine, sem) + cera. Essa etimologia provém de muito tempo atrás, quando fabricantes de vasos de cerâmica decidiam colocar cera nas trincas ou defeitos dos seus vasos, pintando-os com tinta ou verniz, para que as pessoas ao comprá-los nada percebessem. Porém, à medida que o vaso ia sendo usado, a cera ia derretendo, e logo os defeitos encobertos vinham à tona. Devido a esta situação, foi necessário algo que confirmasse que o vaso não possuía cera, e era usada uma espécie de “selo de garantia ou qualidade”, com a seguinte inscrição: “sine cera”, nos melhores vasos. Isto comprovava que aquele vaso era confiável de ser adquirido, pois não possuía defeitos encobertos com cera.

7 de agosto de 2017

Moça, em que consiste o propósito de sua vida?


Em um dos projetos de evangelismo que participei tinha como tema abordar o propósito da vida de João Batista que consistia em anunciar Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que purifica os nossos pecados (João 1:29). João Batista foi o último profeta que o Antigo Testamento assevera (Isaías 40:3), ele pregou o arrependimento e preparou as pessoas para a mensagem de Jesus. Em determinado momento do evangelismo abordávamos as pessoas com a seguinte indagação: “qual o propósito de sua vida?”, atônitas, elas não conseguiam responder, algumas afirmavam que sua vida era um famoso axioma que aprendemos na mais tenra idade: “nascer, crescer, reproduzir e morrer”. Finalizamos o evangelismo mostrando que assim como João Batista, e os outros heróis da fé disposto na Bíblia, também possuímos um propósito no plano da criação de Deus. Moças saibam que Cristo Jesus nos elegeu antes da fundação do mundo para sermos santas e irrepreensíveis (Efésios 1.4).

31 de julho de 2017

Série: Encorajamento para mulheres solteiras - Contra a inveja


A palavra inveja provém do latim (invidia) e significa olhar com maus olhos. Ela está muito associada com a cobiça, mas com uma saliente diferença: enquanto a cobiça se concentra em desejar o que o outro tem, a inveja se entristece pelo fato de esse outro ter, porque não consegue ser como ele ou ter o que ele tem, sendo assim, a felicidade alheia a sua grande rival.

24 de julho de 2017

Série: Encorajamento para mulheres solteiras – Contra o desespero


O substantivo “desespero” pode ser definido como “estado de consciência que julga uma situação sem saída”; ou “estado de profundo desânimo de uma pessoa que se sente incapaz de qualquer ação”. E o verbo “desesperar” coloca a situação em termos ainda mais chocantes: “tirar a esperança; deixar de esperar; desanimar de conseguir algo.” Essas palavras são dolorosas porque expressam uma situação de desalento e grande agonia. A causa da nossa dor está no desejo por algo que não conseguimos ter ou no desejo de não ter algo e ter. Em termos práticos o que estou dizendo é: Você sofre por querer ter algo e não conseguir, mas sofre também ao desejar “se livrar” de algo (um problema) em sua vida e não conseguir. Um exemplo do primeiro caso, é o desejo por um casamento, você sonha, espera, acalenta esse desejo no coração e o fato de não o ter ou não está conseguindo te traz sofrimento.

16 de julho de 2017

Série: Encorajamento para mulheres solteiras - Contra as tentações (Conclusão)


Enfrentando as tentações de maneira diligente como a piedosa Rute.

O livro de Rute relata a história de uma jovem viúva numa época de rivalidade interracial, violência, idolatria e imoralidade. Ela tinha qualquer tipo de desculpa para usar de seu sofrimento (a viuvez precoce) para sucumbir às práticas imorais e idólatras de sua sociedade. Todavia, por meio da providência invisível de Deus, ela decidiu quebrar seu vaso e escolheu seguir o Único Deus, obedecendo aos seus princípios (Rute 1:16). Quando Rute fez sua declaração de fé, “o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (1.16), ela quebrou seu vaso de alabastro, configurando que os relacionamentos na cidade em que habitava não condiziam com a vontade do Senhor, e assim ela sai do meio dos moabitas para ingressar em uma cidade que buscava agradar o Deus do universo, a fim de influenciar Israel com o seu amor e virtude. Portanto, para enfrentar as tentações como a piedosa Rute, devemos ter diligência e romper qualquer tipo de relacionamento que desagrade a Deus, e onde o Senhor te colocar, ser sempre meio propulsor para mostrar a piedade e zelo em servir de toda devoção ao Autor e Consumador de nossas vidas.

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