19 de junho de 2017

A piedade como verdadeira riqueza


“De fato, a piedade acompanhada de satisfação é grande fonte de lucro”
1Timóteo 6.6

Conforme o contexto histórico, o jovem Timóteo morava na cidade asiática de Listra, e era filho de uma judia crente e um pai grego (Atos 16:1-2). Na segunda viagem missionária do apóstolo Paulo, passando por Listra, devido ao bom testemunho dos irmãos sobre Timóteo, o apóstolo decidiu levá-lo consigo para o trabalho da pregação do evangelho (Atos 16:2-4). Paulo mostra grande respeito, confiança, e amor por Timóteo, uma vez que o pai do jovem não era cristão, o apóstolo logo se tornou como um pai na fé para este discípulo (1Timóteo 1:2). Dito isto, o jovem discípulo foi enviado para a cidade de Éfeso, cujo labor era adverti aos cristãos de que não ensinassem nenhuma doutrina que não seja o evangelho Redentor de Jesus Cristo (1Timóteo 1:3).  Na primeira carta do apóstolo Paulo a Timóteo, com o propósito de ajudá-lo a combater o ensino dos falsos mestres, Paulo ensina a Timóteo "como se deve proceder na casa de Deus" (1 Timóteo 3:15). Sendo assim, o jovem Timóteo passa a ensinar e ordenar os mandamentos de Deus aos irmãos daquela igreja (1Timóteo 4:6,11,16).

17 de junho de 2017

Estamos com uma nova série!


Atendendo a pedidos, em Julho estaremos com uma série de textos voltados para mulheres solteiras que estão lindando com questões como solidão, tentações e desespero. O propósito é encorajá-las a lutar contra esses “vilões”, mas também conscientizá-las da grande verdade de que não fomos criadas para o casamento, no sentido de que o fim de nossa existência nesse mundo não diz respeita a isso. Nós fomos criadas para conhecer, amar e obedecer ao nosso Deus. Todos os demais elementos de nossa existência devem girar em torno disso e não ocupar o lugar desse propósito supremo. Não há nada de errado em desejarmos o casamento, o problema começa quando esse desejo se torna um ídolo e sabemos que chegamos a esse ponto, quando a vida perde o sentido e nos tornamos amarguradas por não se concretizar o nosso desejo.

12 de junho de 2017

Que darei eu ao Senhor?


O Salmo 116 faz parte da categoria dos que conhecemos como Salmos de gratidão, pois delata o reconhecimento e a profunda devoção de um homem que teve a sua oração respondida por Deus. Apesar de muitos o atribuírem a Davi, não sabemos ao certo quem o compôs, como também não conhecemos o contexto em que ele se encontrava. É um salmo muito pessoal, pois em dezenove versículos vemos a primeira pessoa do singular aparecer mais de trinta vezes.

5 de junho de 2017

Série: Perguntas nos Salmos: “Até quando, Senhor?”


Davi se encontrava em uma situação de grande aflição quando perguntou a Deus, no Salmo 13, reiteradas vezes: “Até quando, Senhor?”. Não se sabe ao certo em que circunstâncias adversas ele teria escrito esse salmo, em que evento de sua vida teria encontrado ocasião para a expressão desse lamento. O que se sabe é o que está evidente no salmo: ele estava sofrendo e ansioso para sair de tal situação.

29 de maio de 2017

Série: Perguntas nos Salmos: Que é o homem?


“Que é o homem, que dele te lembres, e o filho do homem, que o visites?” (Sl 8:4)

No Salmo 8 somos levados a apreciar um pouco da majestade e da benignidade de Deus. Davi começa exaltando o Seu nome, dizendo:

22 de maio de 2017

Série: Perguntas nos Salmos: “Onde está o teu Deus?”


A vida tem seus altos e baixos, ninguém fica todo o tempo no topo. Uma hora ou outra as posições mudam, temos de descer aos vales e passar pelo que os Puritanos chamavam de “a noite escura da alma”, expressão usada para se referir aos períodos de abatimento espiritual.

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